Ídolo do Benfica, Luisão defende Vini Jr. e dispara frase forte; confira!
O caso de racismo contra Vinicius Júnior no jogo contra o Benfica vem ganhando novos capítulos e o brasileiro tem recebido o apoio de todos os lados. O ex-jogador e ídolo do clube português, Luisão, saiu em defesa do atleta do Real Madrid.
Mesmo sendo muito respeitado entre os “Encarnados”, o zagueiro aposentado, que também vestiu a camisa da seleção brasileira, afirmou que Vini Jr. foi vítima de injúria racial. Ele criticou o texto de defesa a Gianluca Prestianni, pivô do caso.
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“Essa camisa é muito grande. Eu amo o Benfica, é minha segunda pele. Tem que ser digno para vestir o manto sagrado. Esse texto (defendendo o Prestianni) piora porque é mentira. Futebol se ganha na raça, na luta. Foi ato racista, sim, e eu estou envergonhado com isso“, afirmou Luisão.
Henry, Ferdinand, Seedorf: Ex-jogadores defendem Vini Jr.
Além de Luisão, outros ex-jogadores também demonstraram apoio a Vinicius Júnior no caso de racismo. Grandes nomes como Thierry Henry, Clarence Seedorf e Rio Ferdinand publicamente se posicionaram e condenaram a atitude tanto do Benfica quanto de Prestianni.
Thierry Henry
“Sou solidário a Vinícius. Às vezes você se sente sozinho porque sabe que vai ser sua palavra contra a dele. Porque Prestianni foi muito ‘corajoso’ ao colocar a camisa na boca… e a reação de Vini já me mostra que algo errado tinha acontecido. Não se sabe mais o que fazer. Eu já estive nesta situação, Vini já esteve nesta situação, muitos jogadores já estiveram nesta situação”, disse Henry.
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“Estamos em 2026 e ainda, depois de um jogo como este, que deveríamos estar falando sobre seu gol brilhante… Ele não deveria lidar com o árbitro dizendo que ele não pode ir à bandeira de escanteio porque está na frente da torcida. O árbitro diz que não pode fazer nada, porque não se pôde ver o que Prestianni disse. Então vamos ver o quão grande é Prestianni. Nos diga o que você disse. Não adianta dizer ao Mbappé que ‘não disse nada’. Como assim, não disse nada? Você tampou sua boca por quê? Estava com frio?”, completou.
Clarence Seedorf
“Ele (José Mourinho) mencionou que Vinicius, onde quer que vá, essas coisas acontecem. Então, na verdade, ele está dizendo que é aceitável quando Vinicius o provoca, que é aceitável ser abusivo e racista. E eu acho isso muito errado. Acho que o fato de Vini estar sendo atormentado há muitos anos de uma forma muito ruim na Espanha é algo que não podemos esconder. Precisamos deixar claro que não há justificativa para abusos racistas. Não há espaço para isso”, defendeu Seedorf.
Rio Ferdinand
“Como é que a gente ainda está aqui falando sobre racismo? Como tem gente tentando justificar quando alguém diz algo racista? O Vini é o culpado? Ele não deveria comemorar daquele jeito? Como assim? Isso é inaceitável. O futebol é o jogo mais bonito porque ele é bonito de verdade. Mas esse tipo de lixo atrasa tudo. As autoridades precisam fazer alguma coisa. Eu não consigo entender como tem gente tentando justificar a estupidez de alguém só porque outro jogador fez um gol absurdo, espetacular, e comemorou”, se posicionou Ferdinand.
O episódio de racismo contra Vini Jr.
Aos quatro minutos do segundo tempo, Vini Jr. recebeu de Mbappé pela esquerda, cortou a marcação e acertou um chute colocado para fazer o primeiro gol da partida. Na comemoração, jogadores do Benfica reclamaram, entenderam que houve provocação e iniciou-se uma confusão.
Em meio ao tumulto, o camisa 7 informou ao árbitro que teria sido chamado de “macaco”, o que levou à ativação do protocolo antirracismo e à paralisação do jogo. Ao juiz François Letexier, o atacante apontou Prestianni como autor da ofensa.
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Vinícius chegou a sentar no banco de reservas após a interrupção, foi amparado por companheiros e conversou com José Mourinho, técnico do Benfica, após o ocorrido. Após conversas entre o árbitro e os capitães de ambas as equipes, nenhuma medida foi tomada e o jogo retornou normalmente.
Com a bola rolando, o brasileiro passou a ser alvo de vaias dos presentes no Estádio da Luz cada vez que tocava na bola. A súmula de François Letexier trará o relato oficial do acontecimento.
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