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“Diego Ribas nunca foi protagonista em lugar nenhum na carreira”, afirma jornalista ao Basticast

Convidado do Basticast desta semana, Helder Martins, jornalista da Band News, opinou sobre a carreira de Diego Ribas, que se aposentou em 2022, e também o status de ídolo/craque. Para o repórter e radialista, o ex-jogador do Flamengo nunca foi protagonista em nenhum clube que atuou.

Diego chegou ao Flamengo em 2016 e movimentou a torcida rubro-negra, que criou um “aeroFla” para receber o reforço. Rapidamente, o meia se tornou um dos maiores destaques do time e conquistou inúmeros títulos até decidir pendurar as chuteiras.

No entanto, para Helder, mesmo com uma trajetória recheada de conquistas, o jogador nunca conseguiu ser destaque dos times que passou. “Nem no Santos. No Santos, campeão de 2002, ele pipocou na final. Ele saiu no início e quem bateu o pênalti foi o Robinho”, relembrou o jornalista.

O repórter também criticou Diego Ribas ter recebido a camisa 10 e faixa de capitão do Flamengo. Segundo ele, o meia foi uma contratação de euro no momento, em 2017, porém ele deveria ter ficado com a 35, não com uma das principais camisas do time. Além disso, afirmou que Diego Ribas tem muito “ego e vaidade”.

“O primeiro jogo que o Abel Braga colocou o Diego Ribas no banco, no Nilton Santos, que o Bruno Henrique faz dois gols – e daí surge aquele apelido Rei dos Clássicos. Eu estava no campo, e o Diego Ribas era o capitão do time, e aí aquela coisa do ego, da vaidade, que ele é muito assim. Aí, ele entra depois de todo mundo, não entra com o elenco, não aquece com o elenco, durante o jogo inteiro, que o Abel coloca o time para aquecer, ele não aquece, ele fica escorado. A minha atenção era o tempo todo dele, porque ele era um dos grandes nomes do time. Quando Abel faz a última alteração, que ele percebe que não vai entrar, ele começa a esbravejar, começa a gesticular”.

“E digo mais: aquele grito que ele dá no Gabigol “você tem que jogar” no corredor do Maracanã, ele fez isso porque viu a câmera ligada”.

Helder relembrou uma denúncia polêmica feita por Venê Casagrande e afirmou que todos que trabalham com futebol sabiam do racha existente no elenco rubro-negro. Isto é, havia o “grupo da Igreja”, “grupo dos gringos” e”grupo da cachaça”. Para ele, Diego não era líder, mas sim uma grande influência.

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