Liga das Nações Feminina: confira as estrelas para você ficar de olho
A Liga das Nações de Vôlei (VNL) feminina de 2026 promete ser uma das edições mais competitivas da história. Reunindo a elite do esporte no início da temporada de seleções, o torneio contará com elencos recheados de lendas vivas e jovens talentos.
Nomes como Gabi, Paola Egonu, Melissa Vargas, Tijana Boskovic, Mayu Ishikawa, Magdalena Stysiak e Alessia Orro são apenas algumas das estrelas confirmadas.
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Para a disputa, a organização divulgou que cada seleção inscreveu uma lista larga de 30 atletas. A dinâmica do torneio segue rígida: a cada semana de etapas, os treinadores devem selecionar entre 12 e 14 jogadoras para irem para a quadra, além de poderem contar com até quatro reservas.
Brasil busca o ouro inédito sob o comando de Gabi

Foto: Volleyball World
O principal nome do vôlei brasileiro na VNL será, mais uma vez, a ponteira Gabi. Capitã e grande referência técnica e emocional da seleção, ela chega consolidada como uma das atletas mais respeitadas do planeta. Gabi tentará liderar o Brasil rumo a um título que insiste em bater na trave.
A seleção brasileira já disputou quatro finais da VNL, mas acabou ficando com a medalha de prata em todas elas. Em 2025, o Brasil voltou à decisão e acabou superado pela potente Itália. Apesar do vice-campeonato, Gabi terminou a temporada passada em alta, figurando no time ideal tanto da VNL quanto do Campeonato Mundial.
Para alcançar o topo do pódio em 2026, o técnico José Roberto Guimarães aposta no entrosamento de Gabi com as jovens Julia Kudiess e Ana Cristina, apontadas como os grandes pilares para uma grande campanha brasileira.
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A temida Itália: O time a ser batido

Foto: Volleyball World
Líder isolada do ranking mundial, a Itália entra na VNL 2026 defendendo uma hegemonia recente impressionante: o país venceu as duas últimas edições da Liga das Nações e é o atual campeão do Mundial.
A equipe conta com o poder de decisão da oposta Paola Egonu (duas vezes MVP da VNL) e da levantadora Alessia Orro (eleita MVP do Mundial), além do paredão da central Anna Danesi e da consistência da ponteira Myriam Sylla.
Baixa de peso: A principal mudança na Squadra Azzurra é a ausência da histórica líbero Monica De Gennaro. Eleita a MVP da última VNL, ela anunciou oficialmente sua aposentadoria da seleção italiana após o término do Mundial.
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Sérvia reforçada, Polônia renovada e o perigo japonês
Outras potências do vôlei europeu e asiático também prometem embolar a briga pelas medalhas, a começar pela Sérvia, que terá o retorno de gala da lendária levantadora Maja Ognjenovic após desfalcar o time em 2025, reassumindo a armação para servir a oposta Tijana Boskovic.
Já a Polônia, medalhista de bronze nas últimas três edições da VNL, passa por uma transição após a aposentadoria da central Agnieszka Korneluk, tendo a líbero Aleksandra Szczygłowska como nova capitã e a oposta Magdalena Stysiak como principal força ofensiva.
Por fim, o Japão, quarto colocado nas duas principais competições de 2025, mantém seu característico estilo de velocidade e defesa intransponível, sob a liderança da ponteira e capitã Mayu Ishikawa à frente de um elenco conhecido pelo altíssimo volume de jogo.
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Estados Unidos e os destaques globais
Os Estados Unidos chegam fortalecidos por retornos importantes. As medalhistas olímpicas de Paris-2024, Jordan Thompson e Micha Hancock, estão de volta à listagem norte-americana após optarem por não disputar a temporada de seleções no ano passado.
Além dos blocos de favoritos, a VNL 2026 pulveriza craques mundiais em diversas seleções competitivas. Abaixo, confira as principais jogadoras que podem desequilibrar qualquer confronto:
| Jogadora | Posição/Seleção |
| Britt Herbots | Ponteira (Bélgica) |
| Alexa Gray | Ponteira (Canadá) |
| Li Yingying | Ponteira (China) |
| Brenda Castillo | Líbero (República Dominicana) |
| Helena Cazaute | Ponteira (França) |
| Nika Daalderop | Ponteira (Holanda) |
| Pimpichaya Kokram | Oposta (Tailândia) |
| Diana Meliushkyna | Central (Ucrânia) |
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