CBF reconhece erro em gol anulado do Palmeiras contra o Remo
Em nota publicada na noite desta segunda-feira (11), o Palmeiras informou que a CBF, durante uma reunião com o clube, reconheceu o erro no gol anulado de Bruno Fuchs contra o Remo.
Além do Palmeiras, representantes de outros clubes da Série A e da Comissão de Arbitragem da CBF também estiveram na reunião. O diretor de futebol Palmeiras, Anderson Barros, compareceu à reunião e voltou a cobrar providências para evitar que erros graves como esse se repitam.
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O lance em questão ocorreu nos acréscimos da partida entre Remo e Palmeiras, realizada no domingo (10). Flaco López tentou cabeçear a bola, mas acabou furando. Com isso, ela tocou no seu braço e sobrou para Bruno Fuchs marcar o gol que daria a vitória por 2 a 1 ao clube paulista.
O VAR, porém, interveio, e o tento foi anulado. A partida terminou empatada em 1 a 1 e, apesar de a entidade reconhecer o erro, o resultado do jogo será mantido.
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Leia a nota do Palmeiras na íntegra:
A Sociedade Esportiva Palmeiras informa que, em reunião realizada nesta segunda-feira (11) com a participação de representantes de outros clubes da Série A, a Comissão de Arbitragem da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) reconheceu o erro cometido pela equipe de arbitragem na anulação do gol marcado pelo zagueiro Bruno Fuchs nos acréscimos do segundo tempo da partida contra o Remo, pelo Campeonato Brasileiro.
Durante o encontro, o Palmeiras – representado pelo diretor de futebol Anderson Barros – voltou a cobrar providências para que erros graves como este não mais se repitam, sob o risco de comprometerem a credibilidade da competição.
O clube ressalta que, em momento algum, solicitou punições ao árbitro central e de vídeo (VAR), pois entende que todos os profissionais, incluindo os melhores, são suscetíveis a falhas. Além disso, não cabe ao Palmeiras, nem a qualquer outro clube, interferir em decisões da CBF, que, por sinal, vem realizando investimentos importantes em busca da evolução e do aprimoramento da arbitragem brasileira.
Diante deste contexto, contudo, é fundamental refletirmos sobre o tratamento reservado ao árbitro Ramon Abatti Abel, penalizado severamente pela CBF e pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) há poucos meses, em razão de fatos ocorridos no clássico entre São Paulo e Palmeiras, também pelo Brasileirão.
Soluções simplistas, adotadas apenas com o intuito de oferecer satisfação momentânea ao ambiente externo ou a terceiros, não contribuirão com a evolução da arbitragem e do futebol nacional.
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